Professor Pires, o homem responsável pelos primeiros anos de estudo de Amâncio, é retratado como um profissional inepto, extremamente severo e repressor, além de ser uma figura punitiva arbitrária. Seu papel na narrativa parece ecoar o de Vasconcelos, explicando a formação do caráter duvidoso, medroso e frouxo de Amâncio. Graças a essa educação, segundo o narrador, o jovem maranhense “ficou medroso e descarado.”
“Todas às vezes que lhe aparecia um ímpeto de coragem, sempre que lhe assistia um assomo de dignidade, sempre que pretendia repelir uma afronta, castigar um insulto, o pai, ou professor, caía-lhe em cima, abafando-lhe os impulsos pundonorosos.”